O livro "A mente esquerdista" , de Lyle H. Rossiter, apresenta-se como uma obra de psicologia política que pretende explicar o "esquerdismo" moderno como uma forma de distúrbio de desenvolvimento e de "loucura política". Ele combina biologia evolucionista, psicologia do desenvolvimento (especialmente Erik Erikson), teoria ultraliberal e críticas ao Estado de bem-estar para defender que apenas uma sociedade de "liberdade ordenada", com governo mínimo e forte proteção à propriedade privada, é compatível com a natureza humana. A partir dessa moldura, Rossiter afirma que a "agenda esquerdista" — estatismo, políticas de bem-estar social, direitos sociais, igualdade material — é resultado de falhas na infância que produzem adultos dependentes, ressentidos e hostis à autonomia. O livro tem uma estrutura de tratado: na Parte I ele expõe sua visão de natureza humana e de liberdade; na Parte II tenta dar um verniz psicológico "científico...
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